Resumão [Música] | Ghost Stories - Coldplay


No sexto álbum de inéditas, Coldplay se recicla (recria) e nos entrega um resultado que superou expectativas. Ghost Stories pode não ser uma completa revolução, mas é a prova de uma revolução do criado. A banda amadureceu, agradou boa parte dos fãs e da crítica especializada, por tabela conquistando novos fãs, admiradores e ganhando respeito de quem curte uma boa música.

Retrospectiva:

No quesito discografia Chris Martin e banda continuam dando show de sonoplastia desde (2009), Parachutes, seria um pecado esquecer de hits como Shiver, Trouble, Yellow e minha preferida Don't Panic, infelizmente não lançada como single.

Em 2001-2002,  A Rush of Blood to the Head nos trouxe um experimento musical ainda melhor, imposto pela banda de maneira mais experiente. In My Place, The Scientist e Clocks marcaram o início da década de 2000 e o segundo trabalho dos músicos.

X&Y - defini a grandiosidade do trabalho dos rapazes. Com esse disco, lançado em 2005, Coldplay conseguiu chegar onde queria. Mesmo deixando a crítica especializada em discordância, o álbum agradou em massa. Tornando a banda numa das novas queridinha que super lotam arenas e arrastam multidões. Tendo como hits Fix You, Speed of Sound, Talk, The Hardest Part, What If e minhas preferidas (que não são hits, mesmo com todo potencial a ser, como) Square One, White Shadows e Low.

Pra calar a boca de todo mundo eis que em 2007 lançando Viva la Vida or Death and All His Friends tirando qualquer dúvida sobre o reinado da banda jogando hits como Violet Hill e Viva La Vida.

Parecia que Coldplay perderia a linha em 2011 quando lançou Mylo Xyloto, a identidade sonora da banda era pouco sentida neste trabalho que mesmo assim reergueu-se no quesito produtividade e  no resultado soou bom, destacando alguns hits memoráveis. Every Teardrop Is a WaterfallParadise e Princess of China ainda está na cabeça de muita gente.

Resenha/Resumão | Ghost Stories - Coldplay [faixa-por-faixa]


Nada melhor que a maravilhosa experiência de ouvir o álbum e dar de cara com a suavidade de Always In My Head. A segunda faixa, Magic, realmente não poderia ter outro nome, ainda mais em se tratando do vocal de Chris Martin, coisa de outro mundo, pura mágica. A percussão e arranjos em si,, muito bem trabalhados e merecedores de atenção, cada detalhe perdido fará falta na sua vida. Ink tem um ar familiar e me fez sonhar todas as 232331 vezes que ouvi o disco na integra.

Nessa momento do disco tudo me soa com mais precisão no quesito melo-drama,  a partir da chorosa/linda True Love, esta deveria integrar trilha sonora de filme. Enquanto Midnight empenha-se numa total suavidade vocal e arranjista, se assim posso chamar. A pegada leve progride em Another's Armys contendo um chorus feminino de encher os olhos de lágrimas. Oceans a mim, soa como uma track que poderia está no Parachutes (1999 - disco citado na retrospectiva), soa como boa também, porém como tentei dizer, não é novidade.

A Sky Full Of Stars, sem dúvida a faixa mais próxima do mainstream/comercial, já é hit. A canção assinada por Avicii não poderia deixar de ser de perto a mais animada do álbum. Fechando com chave de ouro, temos a baladinha O, ultimamente venho cantarolando muito no banho. Não dá pra esquecer o gritinho hipnótico do Chris. "Oooooo." - surpresa, quando você pensar que acabou.... ainda tem mais trechos de chorus icônico. Resumindo: Ghost Stories vicia fãs, faz qualquer hater parar, ouvir e entender a importância do Coldplay no que faz de melhor há uma década e quase meia.
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