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Uma gota do meu sangue para os lábios da cultura morta


Vivendo da cultura tecnológica que mata essa geração que discute o indiscutível, me deparo com meu sangue escorrendo pelo corpo, que fica frágil a cada instante com palavras confusas que fodem a minha mente. Seria uma certa falta de liberdade, presa num labirinto que ainda não tem um fim. 

Meu trabalho faz tudo ficar menos doloroso, ele é um demônio que me distrai todos os dias e me direciona a um objetivo, crescer, de forma espiritual e materialista porque não. Enquanto volto a cada alarme de meia-noite para ouvir o que ainda não foi dito, me sinto uma Marilyn esperando o Presidente para selar a madrugada. 

Dê tempo ao tempo, te dizem, mas e quando você tem o defeito da ansiedade? A unica forma é controlar e deixar que tudo se encaixe, o que tiver que ser será, porém ressalto mais uma vez, o sangue não pode mais derramar na porra do seu corpo, pare de exigir tanto e deixe o perfeito virar imperfeito, só assim será real.
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