A história continua: A inocência perdida de Cinthia e trilha sonora do segundo capítulo de PURE


Dizem que na vida vale a pena correr riscos, tornar tudo mais intenso é um bom remédio para o tédio. Revelar seus desejos mais íntimos pode por tudo a perder, ou não. É árduo amar tanto uma pessoa e buscar forças para se declarar. Alice vivia sob ilusão, sentia inveja até do sol que tocava a pele de Cinthia.


Ben Everet era um fazendeiro que vivia com sua esposa Julie e sua filha Cinthia, tinha problemas com álcool, drogas, e uma insatisfação que não conseguia explicar, resumindo era um homem de pouco caráter. Eram dez horas da noite quando chegou embriagado mais uma vez em sua casa, andou pelo corredor sem fazer barulho, tudo para discretamente entrar no quarto de sua única filha, e como de costume despiu-se para abusa-la.

O vento frio que entrava pela janela deixava as pernas de Cinthia arrepiadas enquanto Ben abria para tirar sua calcinha, parecia um porco ao ver uma poça de lama. Enquanto seu lábios e sua língua tocavam a vagina, ela acordou, e sem se importa continuou deitada como nada daquilo importasse, já estava acostumada com a rotina. As vezes sentia a leve sensação de prazer mas a culpa a censurava. Notando que tinha-a acordado, Ben a virou de costas de joelhos com a cabeça no travesseiro e penetrou seu pênis para começar algo mais prazeroso. 

Ben segurou o cabelo de Cinthia e puxou com toda força como um cavalheiro puxa as rédias de um cavalo, ela gemeu, as veias pulavam dos braços do homem a cada gesto de brutalidade que fazia, estava no ápice do orgasmo, o corpo de Cinthia tremia, pela primeira vez se sentiu prazer com aquilo tão podre que acontecia entre quatro paredes. Ficaram abraçados na cama de solteiro por algumas horas - Eu te amo - disse Ben enquanto acariciava o rosto de sua filha que preferiu não dá ouvidos a declaração.

Na manhã de sábado a família Everet se preparava para mais um café da manhã, enquanto alguém batia ansiosamente a porta. Era Alice. Cinthia havia esquecido que tinha convidado-a para o café. Diferente de Julia, Alice via a residencia como um corpo de um fumante excessivo, lindo por fora, porém cheio de problemas por dentro. Não deixou de notar as marcas roxas no pescoço de sua amiga -  o que houve? perguntou - Ben a olhou fixamente - Nada, eu subi na arvoré e cai - respondeu. - Essa garota vive caindo, nem me importo mais com esses machucados que ganha - Disse Julia num tom de ingenuidade. Quatro pessoas em uma cozinha e apenas uma não sentia o clima de medo que ali havia. Cinthia tinha medo do que o pai poderia fazer, Ben de ir para a cadeia, e Alice de imaginar que sua paixão era violentada pelo próprio pai.

Ben e Julia decidiram ir ao mercado, que ficava a alguns quilômetros da fazenda, Cinthia chamou a amiga para ir ao quarto. Após fechar a porta, Alice viu a oportunidade de tentar algo arriscado, uma carícia de início talvez. 

Deitaram na cama para conversar besteiras, enquanto tocava Bang Bang do Nancy Sinatra na rádio. As mãos da jovem apaixonada tocava cada parte do corpo da garota que devolvia os carinhos com um doce sorriso. "Se você soubesse o quanto é linda e pura" as bochechas de Cinthia ficaram vermelhas com o elogio. Sem pensar duas vezes Alice a beijou, sentiu seu prazer sendo bem recebido o que a deixou aliviada e mais excitada com o momento, era inacreditável que aquilo estava acontecendo como na sua ilusão. Os lábios carnudos de Cinthia deslisavam pelo corpo de Alice que se arrepiava a cada segundo, no pescoço, nos seios, na barriga. Decidiu ficar no comando, por cima. Por uns segundos, Cinthia viu o rosto de seu pai, não sabia se aquilo a excitava ou assustava, parou de pensar quando teve sua vagina tocada pela mão macia de Alice.

Julia e Ben voltaram mais cedo do mercado, quando ouviram gemidos constantes vindo do quarto da filha. Ben pediu para sozinho conferir do que se tratava, quando abriu a porta...

Tecnologia do Blogger.