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Autor de Águas Turvas, Helder Caldeira, fala sobre homoafetividade, religião, política e desmente boatos


Nascido e criado na Paraíba do Sul - RJ, o escritor, jornalista político, palestrante, e conferencista, Helder Caldeira, se diz "extremamente surpreso" com o sucesso de seu novo e aclamado livro Águas Turvas (Editora Faces). Diferente de suas três obras anteriores, Águas Turvas é o seu primeiro romance, ou como ele mesmo denomina "sua primeira incursão no universo da literatura ficcional", e tem como tema, desejos afetivos e homoafetivos; segredos e desvios de caráter; mistérios e tragédias, uma visão perspicaz sobre o mundo contemporâneo, com uma trilha sonora brilhante. 


Com 34 anos, seu talento é colossal, foi assessor político e institucional da Casa Civil do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Professor Universitário na FACTU/MG, Subsecretário Municipal de Desenvolvimento Turístico Econômico e Rural e Sócio-Fundador e Presidente da Fundação Cultural de Paraíba do Sul, cidade da região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Também assina colunas políticas e colabora diariamente com mais de quatro dezenas de jornais de norte a sul do Brasil, além de publicações internacionais. Nesta entrevista exclusiva, Helder não poupou criticas a politica, religião e a sociedade, e esclareceu alguns rumores que envolvem o seu livro "A 1ª Presidenta" primeira obra publicada no Brasil sobre a trajetória da Presidenta Dilma.


Olá como vai? Você esperava a aceitação que o livro está tendo por conter relação homoafetiva? Como está lidando com esse sucesso?

No Brasil, infelizmente, as relações homoafetivas ainda são tabus. Ainda nos permitimos caminhar no limiar do abismo entre as múltiplas realidades da sociedade contemporânea e a face una e anacrônica de um país colonial, feudal, com a religião arraigada nas diretrizes políticas (em maior ou menor dimensão). Grosso modo, permitir que política seja algo medíocre impacta diretamente nos níveis das relações humanas e é um expediente típico das nações paupérrimas, financeira e culturalmente. Por óbvio, nesse contexto apequenado, as relações homoafetivas em nosso país ainda são observadas de soslaio, digamos assim. É claro que algumas coisas mudaram, especialmente nas duas últimas décadas. No entanto, gays e o casamento ainda são vistos por ótica oblíqua, seja pela classe política, seja pela mídia, seja pela própria sociedade em geral.

Fiquei extremamente surpreso e feliz com a extraordinária recepção que "Águas Turvas" (Editora Faces, 2012, 278 págs., R$ 38,90) teve junto à crítica especializada e à imprensa. Acho até que estão sendo generosos demais comigo e minha obra (risos)! Felicidade ainda maior está sendo alcançar um público enorme e receber dele, diariamente, manifestações de carinho sem tamanho. No início, acreditei que o livro teria um público congelado entre gays e simpatizantes, justamente por trazer como protagonista um casal homoafetivo. Mas a explosão de leitores (especialmente a partir deste início de 2013) revelou um alcance muito maior, trafegando por todas as idades, orientações, estilos, gêneros e afins. A jornalista mineira Sabrina Abreu, da revista Veja de Belo Horizonte/MG, foi uma das primeiras a ler "Águas Turvas" e escreveu, com seu olhar experiente e apurado, que se tratava de "um livro universal". Começo a acreditar que ela estava certa!

Quanto a "lidar com o sucesso", vou ser bem franco: acho que sucesso é uma abstração perigosa. Ele não existe a ponto de nos fazer pessoas maiores ou melhores, mas agiganta-se o suficiente para nos destruir. Portanto, todo cuidado é pouco. Prefiro acreditar que vivemos momentos ou fazemos coisas onde somos bem-sucedidos e outros onde falhamos ou não obtemos os resultados esperados. Já publiquei um livro de crônicas políticas que não vendeu 100 cópias! Ainda assim, não foi um fracasso absoluto porque me ensinou caminhos, processos e me instigou a lutar, independente das armas que eu dispunha. O sucesso de "Águas Turvas", meu primeiro romance, é apenas o trecho seguinte dessa estrada. Espero continuar trilhando, com dignidade, muitos caminhos mais.


Qual a diferença entre Águas Turvas para os seus livros anteriores?

Como disse, "Águas Turvas" é meu primeiro romance, minha primeira incursão no universo da literatura ficcional. Meus três livros anteriores foram sobre política, algo que faz parte do meu cotidiano profissional: "Bravatas, Gravatas e Mamatas" (2010); "Pareidolia Política" (também em 2010); e a "A 1ª Presidenta" (Editora Faces, 2011, 240 págs., R$ 29,90), com a análise crítica da biografia política da presidente Dilma Rousseff. Foi este último trabalho que realmente abriu portas no mercado literário, inclusive internacional ("A 1ª Presidenta" acaba de ser lançado, com grande sucesso, na Coreia do Sul, e fui convidado a participar de uma antologia de Literatura Contemporânea Brasileira realizada pela editora alemã Lettrètage, que será lançada na Feira de Frankfurt deste ano). No entanto, meu desejo enquanto escritor sempre foi mergulhar na ficção, uma imersão necessária para quem trabalha diuturnamente escrevendo colunas políticas para mais de 50 veículos de comunicação brasileiros (jornais, revistas, portais de notícias e afins). Amo meu trabalho de colunista e comentarista político, mas acabei descobrindo a verdadeira razão de ser e viver ao concluir meu primeiro romance. Como bem disse um dos meus melhores amigos, com "Águas Turvas" me tornei verdadeiramente um escritor.


Como foi o processo de criação da história? Quais foram suas inspirações?

Desde o primeiro momento, eu tinha um objetivo: contar a história de jovem brasileiro que vai morar nos EUA, conhece o amor de sua vida e conquista seu espaço e sua dignidade na "terra da Liberdade"; como pano de fundo, a trajetória de uma tradicional família republicana da Costa Leste americana entre os anos de 2008 e 2011, quando os Estados Unidos se viram mergulhados na maior e mais grave crise econômica de sua história recente. O eixo central está no casal formado pelo médico Gabriel Campos e o executivo Justin Thompson, narrados sob a ótica romântica do pequeno Matthew e com diversas histórias paralelas que destroem essa família e os faz sedimentar um novo formato de lar, algo bastante próprio da contemporaneidade. A isso, soma-se a música: "Águas Turvas" é um livro com trilha sonora! O romance passeia por Rufus Wainwright, Matthew Perryman Jones, Adele, Bee Gees, Priscilla Ahn, Pearl Jam, entre outros. Mas a canção que realmente inspirou foi o clássico "Bridge Over Troubled Water", de Paul Simon. Essa música, em especial, faz parte do inconsciente das minhas predileções. Ouvi-la me faz melhor, amplia a energia positiva, aumenta a esperança. Transportei isso (ou, pelo menos, tentei) para as páginas de "Águas Turvas".


O livro "A Primeira Presidenta", será adaptado para o cinema (rumores contavam como estreia ano passado), podemos aguardar o mesmo para Águas Turvas?

Essa é uma história incrivelmente medíocre. Tão logo a Editora Faces lançou "A 1ª Presidenta", em 2011, um produtor me procurou interessado na compra dos direitos cinematográficos da obra. Quando ainda estávamos negociando, o produtor anunciou prematuramente que pretendia fazer o filme homônimo e chegou a citar a atriz Marieta Severo como possível protagonista. Foi um horror! Ainda não tínhamos sequer um contrato assinado e eu fui abocanhado pela imprensa. Passei três dias dando entrevistas, com publicações de matérias até no Vietnã! Literalmente um horror! A partir daí consolidamos o contrato e o produtor agregou ao projeto um diretor de telenovelas da Rede Globo. Com absoluta sinceridade, me senti mais confortável ao entregar a adaptação da minha obra a alguém mais experiente, com mais gabarito. O suposto conforto logo virou um grande fiasco. Até hoje, nem o produtor, nem o diretor, pagaram uma única parcela da compra dos direitos. Me senti assaltado por trombadinhas! Obviamente, por questões legais, o contrato foi rompido e agora será uma contenda judicial. Recebi relatos de que esse mesmo produtor está sendo acionado judicialmente por cidadãos do interior do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, que também se sentiram lesados com os supostos "testes" e "cursos" que ele realizava tendo o filme como objeto. Então, é bom que fique claro: "A 1ª Presidenta" não se tornará filme. Pelo menos por enquanto. O que for dito em contrário é lorota de bandidinhos, de gente desqualificada que só quer mídia fácil e gratuita. Agora terão que responder à Justiça.

Quanto ao livro "Águas Turvas", já recebi três propostas cinematográficas. Mas, como venho de uma experiência traumática com esse tipo de negociação, prefiro ter cautela. Não vale a pena atropelar partes importantes do percurso e correr riscos desnecessários. Um passo de cada vez. Por enquanto, estou extremamente realizado por viver o sucesso literário de "Águas Turvas". Perdi a fantasia das grandes pretensões e posso dizer que me tornei uma pessoa mais triste, porém um ser humano melhor. Parece paradoxal, mas é um fato na minha vida.

  
Já passou por uma experiência, fascinante e emocionante, parecida com a contada no livro? Conte-nos.

Já vivi experiências fascinantes, momentos emocionantes e histórias que renderiam muitos livros. Amar é um verbo inexplicável! Na maioria das vezes, ele entra na frase e logo desaparece, perde-se entre sujeitos indefinidos. Mas há aquelas orações onde o Amor se encaixa perfeitamente e dá sentido, por completo, ao texto da vida. Posso dizer que já escrevi muitas frases sem sentido e, hoje, encontrei minha oração ideal. Sou casado e plenamente feliz. E digo mais: essa é uma experiência maravilhosamente irremediável! Mas é sempre bom lembrar o que nos ensinou a "neomestre" Stephenie Meyer, que muito admiro: "só a morte é pacífica".


Adentrando em sua opinião particular, se apaixonar e casar com uma pessoa do mesmo sexo há diferença em relação ao oposto? No sentido de... ?

Não há qualquer diferença. Aliás, são justamente as semelhanças que assustam e assombram os homofóbicos. Sentimentos e desejos não tem sexo, não são orientados por prismas de gênero. Fomentar diferenças é uma ignorância, uma redução torpe. Quando um cidadão, uma autoridade ou um legislador se posiciona, por exemplo, contra a união civil entre pessoas do mesmo sexo, ele não está defendendo causas antiquadas ou dogmas religiosos. Está apenas levantando a bandeira de sua própria ignorância social, de seu desconhecimento da sociedade contemporânea. Da mesma forma, não acredito que as propostas legislativas relativas ao casamento gay estejam mofando por puro preconceito. Os Poderes instituídos no Brasil são absolutamente lenientes e ineficientes. O povo brasileiro permitiu-se tornar mero fantoche. Títeres nas mãos de um Executivo burocrático e corrupto, de um Legislativo imundo e um Judiciário hibernal. Ou seja, no Brasil há um vácuo de legitimidade para a maioria das relações sociais contemporâneas. Basta dizer que vivemos plenamente na era digital há mais de uma década e ainda não temos um marco regulatório. Há trechos na Constituição Brasileira onde os cidadãos são chamados de "súditos", como se ainda vivêssemos nos tempos do Império! Portanto, acho bastante improvável que essa turma discuta e coloque em votação qualquer proposta legal de união civil entre pessoas do mesmo sexo. Talvez seja exigir demais do "colarinho branco oficial da República". Digo mais: com o nível baixíssimo de autoridades que temos atualmente, será absolutamente contraproducente tentar pautar esses temas em termos de Federação. Discutir legitimamente essas demandas exige um mínimo de inteligência, algo em extinção nos palácios brasileiros.


Aproveitando o tema do livro, e as mudanças na constituição civil brasileira atual, que ainda este ano poderá ser legalizada a união civil entre pessoas do mesmo sexo: Qual é sua opinião?

Como já disse, não acredito que a atual conjuntura política seja favorável à legalização da união civil entre pessoas do mesmo sexo. O Congresso Nacional está aniquilado. Vive pautado pelo Executivo e humilhado pelo Judiciário. Ademais, para o bem do argumento, não creio que os atuais deputados federais e senadores da República tenham qualificação para construir e debater essa agenda. E mais: acho que essa deveria ser uma decisão verdadeiramente democrática, convocando o povo a decidir como quer viver. Um plebiscito, talvez. Aliás, devemos considerar que o Brasil é um país continental, com diferenças substanciais em cada Estado, cada região. É possível que decisões legislativas só sejam efetivas e eficazes se tomadas de forma distrital, respeitando as características de cada Unidade Federativa. Vejamos o exemplo da maior democracia do planeta: os EUA. Nas últimas eleições, em novembro de 2012, os norte-americanos não decidiram apenas pela manutenção de Barack Obama como seu presidente. Em alguns Estados, os eleitores foram convocados oficialmente a se manifestar sobre os mais variados temas, inclusive sobre o casamento gay. Em alguns lugares a união foi aprovada, como em Maryland, Washington e no Maine; em outros foi rejeitada, como em Minesotta. Seria uma boa e justa solução para o caso do Brasil: plebiscitos regionais, ainda que seja para descortinarmos a realidade de um país francamente conservador. Uma decisão de tal forma democrática seria incontestável, ainda que eu, particularmente, seja favorável à legalização do casamento gay e ele viesse a ser rejeitado pela maioria da população. A decisão, quando democrática, é soberana. O que não dá é pra continuarmos com essa lenga-lenga secular entre prós e contras e decisões judiciais aqui e acolá sem grandes avanços qualitativos ao debate. Infelizmente pagamos um preço muito alto por termos permitido que o Brasil se tornasse uma democracia de arremedos, muito reativa e pouco proativa.


Há realmente explicações para essa permanência de longo período (incontáveis) que foi a negação à certos direitos humanos, por exemplo as petições LGBT?

Acredito que demoramos séculos para reconhecer Direitos Humanos elementares justamente por não sermos uma democracia plena. Se há realmente "lados" nessa história, há equívocos de todas as partes. O pior de todos os erros é tentar conduzir esses temas na base do grito. O resultado imediato dessas querelas é a malquerença. No caso dos direitos LGBT, por exemplo, foi necessária a explosão dos índices de violência e a triste ascensão do Brasil no ranking dos países com o maior número de crimes contra homossexuais para que nossas autoridades garantissem na legislação direitos básicos de sobrevivência. Da mesma forma, é um equívoco acreditar que os Direitos Humanos foram beneficiados com a chegada de uma ala do Partido dos Trabalhadores ao poder central. Ao contrário: o PT revelou-se uma grande falácia na condução desses temas. Muita conversa fiada e pouca ação, compreende?! Fartamente utilizam o discurso dos Direitos Humanos como máquina eleitoral, provedor de recursos tortos e como escudo às mazelas político-partidárias. Atualmente, as alas qualificadas do PT têm sua dignidade maculada e são reféns do quinhão corrupto e apaniguador do partido, o lulopetismo. Causas e fundamentos que deveriam ser agenda oficial do PT passaram a servir apenas como meros escudos para mensaleiros, sanguessugas e quadrilhas saqueadoras do Estado. Evolução, de fato, é quase nula.


Realidade ou ficção, qual você prefere?

Imagine um circo onde você é o equilibrista. A realidade é a corda-bamba, a linha tênue por onde você deve caminhar. A ficção é a rede de segurança que salvaguarda o equilibrista. A menos que alguém decida não caminhar ou arrisque-se à morte súbita, é impossível imaginar a vida sem a agridoce convivência entre a realidade e a ficção. Considero-me um afortunado por conseguir escrever realidades e ficções com a mesma paixão, com o mesmo frescor dos desejos, com a mesma sensação de realização e dever cumprido a cada página criada.


Todos nós, brasileiros,  vivemos "sob-religiosidade" e notamos o quanto fomos influenciados, interferidos na escolha pessoa. Helder, como você lida com tudo isso, é possível saber dividir opinião pessoal, natureza e religião?

Eu trabalho sempre com uma abordagem convicta: onde a religião conseguiu se consolidar como instrumento político, nasceram nações extremamente pobres, em amplo aspecto. Veja bem: não estou questionando a fé de ninguém. A minha questão é quanto ao perfil político das religiões e seitas. Cada um tem o direito de abraçar a fé que assim desejar. O que acho absurdo é permitirmos que os dogmas religiosos sejam impostos em detrimento à República, à "Res Publica". Nosso maior desafio é a objetividade. Subjetividade nós temos de sobra!


Voltando ao livro "Águas Turvas" se um diretor lhe pedisse para escolher um ator a protagonizar, qual seria?

Na verdade, quando comecei a construir as personagens de "Águas Turvas", tive minhas inspirações. Sou cinéfilo e acredito que isso influenciou diretamente na gestação da obra. O casal protagonista (Gabriel e Justin), por exemplo, teve como "espelho" dois atores norte-americanos que eu imaginei bem encaixados nos perfis: James Franco e Chris Pine, respectivamente. Esse tipo de alegoria é própria dos escritores com abordagem extremamente romântica. Gosto de trabalhar com sinopses, com personagens bem construídos, milimetricamente pensados.


Podemos aguardar uma continuação ou outro lançamento tão perspicaz quanto esse?


Não acredito que "Águas Turvas" possa ter uma continuação. De toda forma, fico extremamente lisonjeado com as frequentes abordagens dos leitores nesse sentido. No mínimo, isso significa que gostaram da história e querem mais. Para o primeiro romance de um escritor, creio ser esse um sinal de aprovação. Neste exato momento estou mergulhado na construção de uma nova obra, cujo desejo é ser uma trilogia. O grande desafio é conseguir organizar a agenda de compromissos gerada pelo "Águas Turvas", as palestras e conferências, o ofício diário de colunista e a nova obra. Há dias que me pego trabalhando 16 horas! E ainda dizem que ser escritor é ter vida de vagabundo (risos)!


Por fim, só posso agradecer imensamente a todos os leitores e leitoras que estão fazendo de "Águas Turvas" um grande sucesso literário. O leitor será sempre muito maior que qualquer livro. Ao contrário do que se diz, obras e escritores não são imortais. A imortalidade é uma graça concedida apenas aos leitores. Sou-lhes gratíssimo!


Saiba mais sobre a carreira de Helder Caldeira no site: www.heldercaldeira.com.br

Créditos de redação e edição de texto: Junior Trammel  & Ivan Christeson - Imagem: Helder Caldeira

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