Vestígio de Pimenta: Dias Quentes com os Pedreiros (+18)

Aviso Importante: Sempre é bom lembrar que os contos Eróticos são IMPROPRIOS para MENORES de 18 anos e que o conteúdo dessa história deve ser lido apenas por pessoas que já tenham passado dessa idade, já que palavras constadas aqui podem chocar!. E os contos contados aqui são de amigos e leitores do Rastag.




Eu estava com meus 20 anos de idade... Tinha passado da fase de "aborrecente", e estava na fase adulta. Mas, nem por isso, deixei de sentir o fogo, o tesão que eu sempre tive. Rola, é comigo mesmo, sendo grande e grossa, melhor ainda. E foi nessa idade, que tive trepadas maravilhosas... Em casa, meus pais quiseram fazer uma reforma. Contrataram dois pedreiros, o Luís, que tinha 45 anos, branco, corpo normal e era bem simpático e o Leandro, um negro lindo, maravilhoso e corpo delicioso. Claro, não sou besta, nem nada, fiquei de olho no Leandro. Ele era um tesão em forma de gente. Quando as obras começaram, pelo excesso de poeira, fiquei somente eu e os pedreiros em casa, meus pais alugaram uma casa e se foram com minha irmã menor, que era alérgica a poeira. Claro, adorei a idéia de ficar a sós com os pedreiros...

O que eu não imaginava era que rolaria algo, apesar de eu desejar demais que acontecesse algo. Mas, sabe como é, ao contrário do que dizem por aí, nem sempre "querer é poder" e às vezes, uma fantasia acaba mesmo é na punheta. Mas, acabou rolando prá minha sorte. Estava eu em meu quarto um dia, então arrumei minhas coisas, e fui tomar meu banho. Deixei as minhas roupas arrumadinhas em cima da cama, me enrolei na toalha e fui. Estava eu lá, quase acabando de tomar meu banho, quando o Luís bateu na porta do banheiro, e perguntou:
- Por favor, vai demorar muito? Eu disse que não, e perguntei por quê. Ele respondeu que estava morrendo de vontade de urinar. Expliquei a ele, que estava acabando de enxaguar meus cabelos, e sairia logo. Terminei, me sequei, enrolei-me na toalha, e saí. O pedreiro estava tão apertado, que quase me atropelou ao entrar. Entrei no meu quarto, comecei a me enxugar (ou seja, estava nu), quando senti alguém me agarrar por trás, e dizer bem baixinho no meu ouvido:
- Me dá o cuzinho? Deixa-me eu comer esse buraquinho quentinho? - era a voz do Luís, rouca e cheia de tesão.
- Deixo. Mas, é um segredo meu e seu ninguém pode saber ok? Ele respondeu que sim.
Então, me sentei na cama, e abaixei as calças dele, revelando um cacete não muito comprido, mas grosso (devia ter uns 15X6 cm. mais ou menos). Eu abocanhei o cacete dele, chupava que nem bezerro faminto descia com a língua, ia até as bolas, voltava com a língua até a cabecinha, e abocanhava de novo, fazendo uma chupeta bem gulosa. Chupei bastante o pau, e então Luís entre gemidos de prazer, pediu prá eu parar e dar o cuzinho prá ele. Eu parei me posicionei de quatro na cama, pedi prá ele abrir minhas nádegas com as mãos, e passei bastante saliva no meu buraquinho. Quando vi que estava bem lambuzado de saliva, eu tirei as mãos dele, abri minhas nádegas com as minhas mãos e pedi: - Me fode.
Ele então, se posicionou atrás de mim, encaixou o pau entre minhas nádegas e devagar, começou a me penetrar. Ao sentir aquele pau grosso rasgando meu cuzinho, me contorci num misto de dor e prazer. Ele foi enfiando o pau grosso até que senti os pentelhos dele encostarem-se à minha bunda. Segurando em minha cintura firmemente, começou a bombar com força o meu cuzinho, num vai-vem frenético que me levava às nuvens, tamanho o tesão que eu estava sentindo. Ele fodia com tal voracidade, que eu estava alucinado de excitação e desejo. Ainda bem que, fora eu e os pedreiros, não havia mais ninguém em casa, pq eu gemia como puta, tamanho o tesão que eu estava sentindo. Luís, então, parecia até que nunca havia comido um cuzinho antes, por que me fodia com tanta vontade, que cada estocada do pau grosso dentro do meu cuzinho, ele gemia demais. Percebendo que o pedreiro estava muito excitado, pedi prá que ele tirasse o pau de dentro do meu cu, prá mudar de posição. Deitei de ladinho, conduzi seu tronco grosso até o meu buraquinho e deixei-o me penetrar novamente, reiniciando o vai-vem gostoso e caprichado que ele fazia antes. Luís e eu gemíamos uníssonos, e ao mesmo tempo em que me fodia, se agarrava a mim, como se tivesse medo de que eu saísse dali correndo. Após mais alguns minutos de deliciosa foda, ele disse: - vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaar, e gozou fartamente dentro do meu cuzinho. Pude contar cinco jatos de porra grossa entrando no meu cuzinho arrombado e assado. Abraçado a mim, Luís descansou alguns minutos, tirou o pau grosso de dentro de mim, se levantou, colocou suas roupas, deu um beijinho na minha bunda dizendo ter adorado a foda e saiu, prá continuar seu serviço. Eu por minha vez, fiquei ali, deitado, curtindo a enrabada que eu havia levado. Depois de sair daquele "transe", me vesti, e fui até a cozinha preparar meu almoço.
Depois, durante uma conversa particular, Luís me confidenciou que realmente nunca havia comido um cuzinho antes. Eu havia sido o primeiro cuzinho que ele comeu, e disse que tinha adorado gozar dentro de um buraquinho quente e apertado. Disse que sua mulher, nunca havia deixado ele comer o cuzinho dela,por que ela sentia medo de dar o cu prá ele por causa do pau dele ser grosso. Rindo eu disse: - boba ela, não sabe o que ta perdendo. Ele riu junto comigo, e concordou. Claro que, durante vários dias, apesar de eu querer muito dar o cu pro outro pedreiro, o Leandro, éramos só eu e Luís. Luís, era o "chefe" entre os dois, então, quando ia me comer, pedia pro Leandro ir comprar alguma coisa na Loja de Material de Construção (que era longe de minha casa), e vinha pro meu quarto me comer.
Ele me comia gostoso, mas eu adoro uma rola grande e grossa, principalmente se o homem for negro. Mas, como toda mentira tem pernas curtas (bem curtas, eu diria), um dia, Leandro descobriu tudo. Ao voltar da Loja, Leandro entrou no quintal e ouviu os gemidos que vinham de meu quarto. Sem fazer barulhos, ele entrou na minha casa, e foi até a porta do meu quarto. Confesso que, nem eu e nem Luís vimos Leandro, de tão envolvidos que estávamos em nossa trepada de sempre. Ao chegar perto da porta, Leandro me viu dando o cu prá Luís de quatro. Sem dizer nada, Leandro se escondeu, esperando Luís acabar de me comer. Quando Luís acabou de me comer, se vestiu e saiu, eu estava ali, deitado nu em minha cama, quando prá minha surpresa, Leandro entra em meu quarto, sem roupas e com um enorme tronco de árvore duro entre as pernas. Jamais pensei que fosse ver um pau daquele tamanho, porque era grande, mas era grosso demais, ainda mais a cabeçona roxa daquele enorme pau. Nem sei dizer quanto mais ou menos era o diâmetro do pau dele, mas de comprimento, seguramente, entre 21 e 22 cm. Surpreso, mas com o desejo à flor da pele por aquele homem maravilhoso, me sentei na cama, e pedi prá que ele fechasse a porta à chave, e chegasse perto de mim. Quando ele chegou perto, me deliciei sugando a vara dele como um bebê faminto.
Leandro gemia, sentia muito tesão com a chupada que estava levando no pauzão grosso. Em dado momento, ele pediu prá que eu parasse de chupar e ficasse de quatro prá ele, que ele queria comer meu cuzinho. Como eu tinha acabado de dar pro Luís, meu cuzinho estava ainda aberto e lambuzado de porra, o que facilitou bastante a penetração daquele mastro em minha bundinha sedenta de pica grossa. Eu delirava, pedia que ele fodesse com força o meu cu, cheio de vontade que eu estava de sentir aquele macho entre minhas carnes. Então, eu pedi prá ele parar e disse que queria ser fodido em outra posição. Fiquei de frango assado, coloquei minhas pernas nos ombros daquele macho picudo e fodedor, e deixei que ele me penetrasse. Ao me penetrar, sentindo o anelzinho do amor apertar em volta do seu pau, Leandro me fodeu com mais tesão e desejo ainda, estocando com força aquele imenso pau dentro do meu cu. A cada bombada daquele pirocão, ele me fazia gemer de tesão e desejo. Enquanto me fodia, Leandro começou a me beijar, e eu ao mesmo tempo em que o beijava, acariciava as costas do meu macho gostoso. Em poucos minutos, com o tesão e o desejo à flor da pele, gozamos os dois juntos, ele dentro do meu cu, e eu no peito dele, de tão fortes que saíram meus jatos de porra. Ao terminar, Leandro me deu outro beijo maravilhoso de língua, e largou seu corpo sobre o meu. Depois de algum tempo assim, ele olhou em meus olhos, deu outro delicioso beijo em minha boca, desencaixou o pau do meu cu, e se vestiu. Antes de sair, me deu outro beijo na boca e disse: -minha putinha querida adorei foder seu cuzinho. Agora, ele é só meu. Então, eu disse a ele, que meu cu era meu, e se ele quisesse, teria que me dividir com o Luís. Meio que contrariado a princípio, ele terminou concordando. Durante os três meses que durou a reforma lá em casa, os dois pedreiros se revezavam prá me comer. Foi uma época deliciosa de minha vida...
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